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Publicado em 02/07/2018 às 00:00h - Atualizado em 01/07/2018 às 22:48h Por: Editores

CRISE- Planos de saúde admitem dificuldades, mas são sazonais, afirmam


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Redação da RCP

Foto- DNOnline

A crise não perdoa e afeta diversos setores da economia. Os planos de saúde também estão se tornando vítimas. Dos 5 planos com mais atuação em Maringá, três retornaram à ligação feita pela redação da Revista Conexão Paraná. Todos concordaram que o setor também está atravessando uma situação de dificuldades pelo alto índice de desistência dos beneficiários.

Um deles, inclusive descartou os rumores que estaria em fase de insolvência societária para evitar recuperação judicial por credores e que estaria colocando em leilão sua carteira de associados. “São rumores plantados visando aumentar a instabilidade entre os planos com mais dificuldades que outros.

De acordo com um executivo de vendas, o fato de paralização de investimentos e a saída de um grande cliente de uma operadora, criaram muita especulação no mercado da saúde suplementar. “ Assim como em outros setores da economia, existe muita competividade entre os planos de saúde”, sinalizou um gerente operacional consultado.

Para colocar mais efervescência no tema, - a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) anunciou novas regras para a aplicação da coparticipação e franquia em planos de saúde. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira, da 28. De acordo com a Resolução Normativa nº 433, os pacientes poderão pagar até 40% do valor de consultas e exames no modelo de coparticipação.

 

A ANS também estabeleceu limites para os pagamentos de coparticipação e franquia - o valor máximo não poderá ultrapassar o valor correspondente à mensalidade do consumidor (limite mensal) e/ou a 12 mensalidades no ano (limite anual). Segundo a resolução, haverá isenção de cobrança de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos, como consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos. Atualmente, a cobrança pode incidir em qualquer procedimento.

As novas regras também estabelecem que só poderá ser cobrado um valor fixo e único no caso de atendimentos em pronto-socorro, independentemente da quantidade e dos tipos de procedimentos. "O valor deverá ser previamente conhecido pelo beneficiário e não poderá ser superior a 50% do valor da mensalidade, nem maior que o valor pago pela operadora ao prestador", informou a ANS em comunicado.  As novas regras começam a valer em 180 dias, apenas para novos contratos.

 

 

 






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JC Mantovan