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Publicado em 24/05/2018 às 08:59h - Atualizado em 24/05/2018 às 11:26h Por: Editores

Protesto de caminhoneiros tem reflexos em todo país pelo 4° dia


Bloqueios em rodovias do país ameaçam abastecimento de comida em supermercados, remédios em farmácias e combustível para ônibus e aviões
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protesto de caminhoneiros, segue pelo quarto dia consecutivo nesta quinta-feira (24). O protesto dos caminhoneiros contra o aumento do preço do diesel chegou ao quarto dia nas rodovias do Paraná, nesta quinta-feira (24), foram registrados 55 pontos de manifestações nas rodovias federais, de acordo com balanço realizado às 5h44 pela PRF.
Companhias que administram ônibus de transporte público relatam que há falta de combustível e, por isso, ônibus não irão circular com 100% da frota nas ruas das cidades do país.
Supermercados e farmácias também informaram a falta de mercadoria, além de aeroportos estarem em alerta por, possivelmente, não terem combustível suficiente para as aeronaves decolarem. Estes são alguns dos reflexos por todo o país.
A ABCAM (Associação Brasileira de Caminhoneiros) é a responsável por encabeçar os protestos de caminhoneiros pelo país. O presidente da entidade, José da Fonseca Lopes, pediu a continuidade das manifestações. "A entidade pede firmeza nos protestos".
Maringá
Em Maringá, caminhoneiros estão paralisados em frente à sede do Grupo G10, próximo à saída para Astorga. A pauta de reivindicações em todo o Brasil se constitui, basicamente, na redução do preço do óleo diesel e da carga tributária; e isenção do pedágio para eixo suspenso em rodovias estaduais e federais. A falta de gasolina já começa afetar a população. 
O abastecimento da frota de veículos da Prefeitura de Maringá já foi prejudicada. O abastecimento nas bombas da Secretaria de Serviços Públicos (Semusp) é seletivo, privilegiando veículos envolvidos em serviços essenciais. 

Medidas também foram adotadas no transporte coletivo a partir de hoje. Nos horários de maior fluxo de passageiros, com o consequente aumento do consumo, o número de ônibus será reduzido em todas as linhas. “Nenhuma linha e horário deixarão de ser atendidos”, afirma o secretário de Mobilidade Urbana, Gilberto Purpur.

A continuidade da greve pode exigir medidas mais drásticas, considerando que os estoques da empresa são suficientes para manter o serviço até o final de semana. A redução da frota em circulação busca estender esse prazo, mas se o abastecimento não for restabelecido, a partir da próxima segunda, 28, pode ser drasticamente afetado.

O combustível consumido em Maringá é oriundo da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, localizada em Araucária (PR), mas bloqueios nas estradas não permitem a circulação dos caminhões carregados com óleo diesel e gasolina. “Se não tivermos alteração nesse quadro, a partir de segunda teremos sérios problemas”, afirma Gilberto Purpur.





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