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Publicado em 25/05/2018 às 00:03h - Atualizado em 24/05/2018 às 23:00h Por: Editores

Caminhoneiros. Quinta-feira, 24, termina com nova proposta do governo


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*Redação
(Com agências) 

 

O movimento de paralização dos caminhoneiros no Brasil mostrando a revolta em relação à política governamental em relação aos preços e reajustes dos combustíveis, em especial o diesel está ganhando uma proporção do tamanho do país. E como não poderia deixar de ser, provocando o chamado efeito dominó em todos os setores do cotidiano do brasileiro.

Se a queda de braço entre o governo e os manifestantes persistir, após eventual acordo entre as partes em conflito anunciado na noite desta quinta-feira (24) será preciso uma readequação de conduta por parte dos caminhoneiros em relação aos setores essenciais, como abrir exceções ao transporte de remédios, ambulância, bombeiros e setores da segurança pública dos municípios, estados e das organizações federais.

Em Maringá os sintomas da greve já foram sentidos em todos os setores: já faltam gás de cozinha, começam a faltar suprimentos alimentícios em supermercados e alguns prefeitos da região, pasmem, estão cancelando as viagens dos munícipes que tinham consultas marcadas com o sistema de saúde do Cisamusep “para economizar combustível para situações de emergências das ambulâncias”.

Mas surgiu uma esperança na noite desta quinta-feira do movimento ser suspenso , pelo menos por 15 dias. Após uma reunião de mais de seis horas com representantes de entidades de caminhoneiros, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Eduardo Guardia (Fazenda) e Valter Casimiro (Transportes) foi anunciada a proposta do governo de um acordo para a suspensão da paralisação da categoria, que há quatro dias provoca bloqueios de rodovias e desabastecimento em todo o país.

Pelo texto do acordo, os representantes das entidades de caminhoneiros que participaram da reunião (à exceção de um) se comprometeram a "apresentar aos manifestantes" os termos do acordo.  Questionado se, com o anúncio, haverá normalização da situação, Padilha disse acreditar que a “qualquer momento” o movimento dos caminhoneiros começará a ser “desativado”.

No Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão (MDB) anunciou redução de 16% para 12% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel em troca da suspensão do movimento nas rodovias do estado, exemplo que poderá ser seguido por outros estados brasileiros.

CONFIRA AQUI OS PONTOS DO ACORDO:

 

 


 

 






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