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Publicado em 08/01/2018 às 15:03h - Atualizado em 08/01/2018 às 15:03h Por: Redação

Aeroportos dos EUA: saiba como proceder na imigração


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Antes de desembarcar

Ainda no avião, antes de pousar em território norte-americano, os passageiros recebem um formulário azul chamado 6059B Customs Declaration, que é uma espécie de declaração alfandegária. É preciso preencher dados como nome, sobrenome, data de nascimento, número do passaporte, número do voo/empresa aérea, país de residência, países visitados entes de chegar aos EUA (escalas), endereço físico nos Estados Unidos (turistas devem colocar o nome do hotel e o destino) e objetivo da viagem.

Os próximos tópicos da ficha devem ser marcadas como “Sim” ou “Não”. Se quiser evitar problemas e possíveis multas, nunca minta neles. Quem busca evitar questionamentos deve se organizar com antecedência para conseguir responder “Não” em todas as perguntas. Elas buscam identificar se o viajante está trazendo diversos tipos de alimentos, agentes de doenças, se carrega mercadorias comerciais que serão vendidas no país (neste caso, é preciso indicar o valor em um campo específico) ou se está portando mais de US$ 10 mil em dinheiro ou instrumentos monetários.

Vale lembrar que, normalmente, o formulário é distribuído em inglês e espanhol. Caso não compreenda alguma informação, peça ajuda aos comissários de bordo.

No aeroporto
Ao chegar nos EUA, o viajante brasileiro será direcionado ao setor de imigração – basta seguir as instruções dos funcionários ou as placas com a indicação “Non-U.S. Citizens” (cidadãos que não são norte-americanos). Quem já visitou o país pelo menos uma vez desde 2008 ou viaja com visto B1/B2 ou D pode fazer o processo por meio dos quiosques Automated Passport Control (APC – Controle Automatizado de Passaporte), que já estão disponíveis nos principais aeroportos do país. Se puder, não deixe de usá-los. Além de serem mais práticos, eles evitam as grandes filas para entrevistas nos quiosques da imigração. Vale a pena destacar que o viajante que opta pelos totens não precisa preencher o formulário 6059B distribuído no avião. Todas as respostas serão inseridas na telinha do sistema digital.

Se você não puder ou não quiser usar os sistemas APC, siga para a fila da imigração e encaixe o formulário 6059B preenchido na primeira página do passaporte. Quando chegar a sua vez, entregue tudo ao funcionário da imigração, que irá revisar os documentos e fazer algumas perguntas. As principais são: “qual é o propósito da sua viagem?”, “por quanto tempo você vai ficar no país?”, “quando foi a última vez que você esteve nos Estados Unidos” e “quantos dólares você tem para gastar durante sua estadia no país?”. Apesar de não ser obrigatório, algumas pessoas mais precavidos levam cópias da reserva do hotel, da passagem de volta e do comprovante de compra de dólares.

O ideal é manter a calma, dar respostas diretas e avisar caso não compreenda algo. Também é preciso tirar uma foto e posicionar seus dedos em um aparelho para a coleta de digitais. Se o turista tiver algo a declarar, basta avisar o agente da imigração, que irá dar as instruções necessárias para dar continuidade à entrada no país.

A próxima (e última) etapa consiste em pegar as malas na esteira. Assim como em qualquer outro aeroporto do mundo, certifique-se de que a bagagem retirada é realmente sua. Depois que estiver com ela em mãos, o viajante pode ser chamado para uma segunda etapa de inspeção, na qual agentes especializados abrem as bagagens para verificar de perto seus conteúdos. Se isso acontecer, aguarde pacientemente até que o processo termine. Depois, é só organizar tudo, fechar as malas, dar tchau ao aeroporto e curtir o passeio ao máximo.

Fonte: Diario do Grande ABC






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